segunda-feira, 16 de abril de 2012

* Entrevista com a doutora Rosa Horita.

Entrevista com a doutora Rosa Horita, psiquiatra infantil referência em transtornos do desenvolvimento aqui em Brasília. Ela acompanha o Vitor desde o início. Temos orgulho de saber que nosso filho está sendo acompanhado por ela.

2 comentários:

  1. Olá Flávia,
    Meu nome é Anny sou mãe do Vinícius, que por sinal faz estimulação precoce na mesma escola que o Vitor. A professora Lucia me indicou a dra. Rosa Horita, gostaria de saber aonde posso entrar em contato com ela?! Gostaria muito de descobrir o que o meu filho tem, pois ele tem atraso na linguagem mas nada foi diagnosticado, pois a área de neoropediatria é muito difícil de ser encontrada, ainda mais pelo convênio dele...
    Desde de já agradeço, se puder me ajudar serei mais grata ainda! Uma abraço pra você e pro seu anjinho que é lindo! E parabéns pelo blog.

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  2. Mãezinhas,qd observamos que nossos filhos? Não desenvolve como devem ser entramos em desespero, qd é um diagnostico difícil logo corremos atrás de medicos com referências, o que queremos é não pecar por n tentar, eu fui uma dessas mães qd vi que o meu filho começou a regredir ele ainda tão pequeno com dois a ninhos, comecei a correr atrás de td até me indicarem a essa especialista, e hj meu filho com seis anos, resolvo levar em ora fora da cidade especialista em síndromes raras, qd meu filho vem com diagnóstico não de autismo e sim de doenças de metabolismo mitocondrial. É mt fácil alguém ficar um tmpo olhando pro seu filho e falar que tem características de autismo, meu filho está condenado por um erro médico, tô tentando correr atrás do prejuízo! Meu filho regrediu ao dois anos, uma regressao lenta, ainda ainda sociável qd o levei e a médica em vez de investigar foi me falar de autismo, e ainda me falou q se eu estava lá era pq sabia q tinha algo diferente com meu filho.. aquelas palavras até hj doem na minha alma. Com fé em Deus vou batalhar pelo meu filho.
    E que vcs n se leve por um médico q diz ser especialista, para n acontecer o mesmo que meu filho.

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